A SEMEAR o MUNDO está de volta ao Alentejo, em quatro semanas para diferentes públicos:
Semana 1 (29 junho a 3 julho): Oficina para Jovens a partir dos 10 anos (2º ciclo), com Rita Fouto e Inês Fouto, de formação teatral e criação coletiva de um espectáculo, a apresentar no último dia às famílias e à comunidade.
Semana 2 (6 a 10 julho): Semana de Retiro de Artistas, num programa relaxado, com tempo, construído colaborativamente e tendo como objetivo a degustação, partilha e reflexão em torno das práticas artísticas e dos objetivos da arte.
Semana 3 (13 a 17 julho): Semana de Formação, Reflexão e ExperimentAção para Jovens Adultos em torno da arte, da criatividade, e dos caminhos de transformação e desenvolvimento pessoal de cada um.
Semana 4 (20 a 24 julho): Oficina para todas as idades juntando linhagens, famílias e gerações "dos 8 aos 80" numa 'brincadeira pegada' onde o objetivo é a expressão, improvisação e cocriação de um espectáculo, a apresentar no último dia às famílias e à comunidade - quem sabe também nas Montras' 2026 :).
Olá a ti que nos lês, aí em casa ou no teu escolhido 'casulo' de recolhimento.
Estamos a viver um 'estado de emergência' devido ao novo vírus da COVID-19.
Para uma rápida e animada 'leitura' do que isso é e significa - e para os mais novos - aqui fica um vídeo de animação da turma do 'Tobias e o Frango da Dentadura' da Arte C Estúdio. Vem do lado de lá do oceano, dos nossos irmãos brasileiros. Salvé e saravá a todos eles!
Para uma 'leitura' mais aprofundada da coisa - e para os mais velhos (em inglês, com legendas) - recomendamos esta versão, publicada pela Kurzgesagt – In a Nutshell:
Bom, agora que já esclarecemos o que se passa e porque temos que ficar em casa, vamos falar de outras coisas, também importantes - e que muito provavelmente já estás a fazer e/ou a pensar fazer:
Aproveitar bem este tempo!
Ora bem, aqui começa a nossa reflexão e ideias para ti: sentimos que este é o 'tempo de ser preguiça'. Daí a imagem que colocámos no início.
E o que quer isso dizer? Não fazer nada? Bem, sabemos que isso é impossível - e indesejável. A utilidade do nosso tempo é preciosa, não deve ser desperdiçada, mas... Já que temos esta oportunidade única de, para muitos de nós, a nossa maior utilidade social ser ficar longe dos outros, recolhidos em casa, então aproveitemos para fazer as coisas à nossa maneira, com utilidade para nós (e para os outros, através de nós).
Eis algumas dicas que deixamos à tua consideração:
1. Manter as rotinas
É bom e faz bem, manter a hora de acordar, vestir, comer e começar a fazer... O que decidimos fazer. A manhã é a parte mais produtiva do dia, por isso, há que aproveitar!
Podes, por exemplo:
* Escrever umas linhas de abertura do dia.
* Iniciar as atividades letivas/ o trabalho, que decerto todos, sem exceção, temos à nossa espera. MAS, não deixes que estas atividades tomem mais do que 1h a 2h, POIS, entretanto já fizeste a digestão do pequeno-almoço e é hora para...
* Fazer uma atividade física - adapta um espaço da tua casa a ginásio pessoal e escolhe uma modalidade que se adapte. Meditação, Yoga, Dança, Ginástica, Artes Marciais - tu escolhes! Até pode ser uma para cada dia da semana. Se tens possibilidade de sair e dar uma volta ao quarteirão (mantendo as devidas distâncias aos demais), aproveita! E na volta, traz algo da frutaria, da mercearia, de qualquer lojinha local que esteja aberta e tenha coisas de que possas precisar. É muito importante para ajudar a economia e as pessoas que, afinal, são teus vizinhos. Também podes pesquisar entregas online, de serviços de proximidade e/ou pequenos distribuidores que conheças e/ou de tua preferência.
* Estás de volta e bem energizad@: aproveita para pesquisar algo, fazer uma atividade criativa, juntares-te com outros numa plataforma digital. Discute as tuas ideias, partilha os teus saberes, alarga os teus horizontes. Devemos aprender algo novo todos os dias, isso é vital para o nosso crescimento e desenvolvimento.
* Entretanto, olhas para o relógio e... São quase horas de almoço. Vais cozinhar e isso é bom e importante. Utiliza o que compraste/ encomendaste e toma o teu tempo. Planeia as tuas refeições, variadas, nutritivas, saudáveis e saborosas - e leves. Não te esqueças que estamos por casa, não gastamos assim tanta energia como normalmente.
* E sai um almoço, que te deixa sonolent@. Uma pequena sesta é o ideal, para 'assentar' o repasto. Ajuda-te a organizar internamente e 'conectar' com a base energética da Terra. MAS, se não és de sestas, aproveita só para pousar, pausar: lê um livro, faz um puzzle, escreve, desenha, pinta, faz algo com as mãos, que junte, una, em ações conhecidas, repetitivas, um certo 'mantra interior', a acalmia do coração.
* Já está e... De novo te sentes energizad@; então, volta aos teus afazeres (já sabes, não mais de 1h a 2h, consoante a tua idade, capacidade de concentração, etc).
* E chegou o lanche... Agora já só há um rabinho de tempo para algo mais. Aqui entram as atividades criativas mais expressivas e que implicam o corpo, algum movimento e descoberta/ procura exterior, como cantar, dançar, teatrar, tocar um instrumento, poetizar, declamar, fotografar, videoartizar, já percebeste, pois tu decides!
* Entretanto, todos 'voltam a casa', cada um do seu espaço-atividade - e essa rotina já conheces, até à hora de ir deitar.
* Amanhã começa tudo outra vez e, claro, num ou noutro dia haverá imprevistos, coisas que se alteram e correm diferentes dos teus planos. Isso é óptimo e sinal de que a vida nos reserva as suas surpresas, por isso, não desesperes e, mais uma vez, aproveita!
Passamos ao item seguinte?
2. Comunicar
Esta componente é mesmo importante e, se já a abordámos um pouco no ponto 1 das rotinas, insistimos aqui pois, num tempo de 'clausura' (vamos usando umas palavras difíceis mas é só para te manter curios@ e atent@), torna-se vital comunicar com outr@s e reforçar esta ideia de que ESTAMOS JUNT@S E TOD@S LIGAD@S.
Então, mesmo que comuniques com os que partilham a tua casa, há aqueles que estão longe, sozinhos, isolados, a quem uma palavra amiga é mais que um tesouro, é a VIDA. E também os teus companheiros, mestres, amigos - que estavam habituados à tua presença e agora sentem muitas saudades.
Arranja forma de te conectares, tens muitas opções:
* Telefona ou faz uma video-chamada, para uma pessoa ou um grupo - combina com antecedência, para ser mais calmo e prazeroso.
* Escreve uma carta, em papel ou no computador, para alguém especial, que está no teu pensamento - ou para alguém que não conheces; pode ser divertido, arriscar no google maps uma morada e imaginar quem lá vive e enviar-lhe umas palavras (quem sabe com um desenho a acompanhar); se não obtiveres resposta, não desistas, podem ter ido para outro lugar, ter com outra parte da família.
* Faz um vídeo com a tua mensagem e envia ou pede para enviar por canal privado e seguro para quem queiras.
* Escreve àqueles que ainda estão a trabalhar fora de casa e que são os nossos heróis: os médicos, os enfermeiros, os polícias, os padeiros, os farmacêuticos, os funcionários dos supermercados, os técnicos de todas as infraestruturas que não podem parar para que nós possamos ficar temporariamente parados (dos sistemas de abastecimento, distribuição e tratamento de água; dos sistemas de recolha e tratamento de resíduos; dos sistemas de produção, transporte, transformação e distribuição de energia; das tecnologias de informação e comunicação; dos vários serviços que antes, e mais agora, efetuam entregas ao domicílio). São tantos que é impossível enumerá-los! E sim, também aos teus governantes, àqueles que governam coisas que para ti são importantes, seja a escola/ trabalho, o clube de que gostas, a associação de que fazes parte, a tua aldeia/ vila/ freguesia/ cidade/ distrito/ país/ região continental e organização mundial. Seja qual for a 'escala', tu fazes parte!
* Se quiseres ser mais ambicios@, as tuas mensagens podem ser adornadas em poemas, colagens, pinturas, esculturas e outras formas artísticas e criativas, e ficar à espera do momento em que as possas entregar pessoalmente; quem sabe não as guardas, com um carinho especial, até ao próximo Natal?! :)
* Se ainda quiseres ir mais longe, bem, escreve um livro para deixar para a posteridade, "Estórias do Covidizer" (este título é um exemplo, em trocadilho e tom de comédia, porque rir também faz bem). Mas agora sério, é escrevendo um bocadinho todos os dias que nasce uma grande bela estória - ou várias pequenas belas estórias.
Ok, já apanhaste a ideia, de modo que... Passamos ao próximo:
3. Pausar
Deixamos o melhor para o fim: esta ideia de pausar, de desacelerar, de fazer tudo muito mais lentamente, para a cada coisa poder dar mais atenção e assim consciencializar (ganhar consciência, saber com Sabedoria) o que é REALMENTE IMPORTANTE para nós:
Aquilo que...
Nos faz bem
Nos faz falta quando não tem
Não magoa ninguém
E é verdade nossa, que só a nós convém.
(nota: já agora, a Sabedoria é aquilo que se ganha quando deixamos de andar à procura daquilo que já temos; quando deixamos de perguntar aquilo que já sabemos; quando deixamos de querer ser aquilo que já somos).
Então, nada como uma boa preguiça. Vê esta famosa cena do filme Zootrópolis:
Esta cena dá, para já, uma boa gargalhada. Assim é com muita coisa na vida. Mas há algo mais aqui. Por detrás de uma boa gargalhada esconde-se sempre um drama profundo (aprendi isto com os palhaços) Mas... Quem quer aprofundar? Principalmente, quando o drama é o nosso?
A preguiça está num tempo diferente do da coelha - e a raposa é sempre matreira. Assim, a preguiça (o planeta) pede-nos para escutar, desacelerar; tem os seus tempos e ritmos lentos, que nós (a coelha), tão rápida, ágil, inteligente, já sabe ou julga saber, e por isso se exaspera, nem consegue já parar e escutar VERDADEIRAMENTE a preguiça.
Por exemplo, a preguiça diz uma coisa muito importante (que aposto escapou a quase todos que viram o vídeo): quando a coelha lhe pergunta "tudo bem?", ela responde "comigo está tudo tão bem como pode estar". Esta afirmação é de uma enorme sabedoria, pois nunca tudo está bem (nós não dominamos tudo!), o melhor que podemos fazer é esse 'tudo' que esteja ao nosso alcance.
Quanto à raposa, bem, a raposa são todas estas coisas vivas que o planeta nos envia à laia de aviso: vieram para ajudar mas só sobrevivem porque são matreiras, por isso contemos que nos façam sofrer um bocadinho. Ou muito. Consoante o que estivermos dispostos.
Este tempo, que advogamos como de 'não fazer nada', 'de preguiçar', é na verdade um tempo de sincronia com a Terra; de estimular em nós um certo ócio criativo (e vale a pena ler sobre esta palavra, ócio). O tempo em que nos possamos perder (num certo vazio, num aborrecimento) floresce como vital essência para que nos possamos encontrar: no que nos prende os sentidos; no que nos faz sentido; no que sejam ideias nossas de como o nosso caminho haveremos de trilhar. E isso pode ser a coisa mais útil que façamos na nossa vida.
Rita Fouto
Notas Finais:
1. Poderá valer a pena reler o texto de abertura do ano letivo 2019-2020 da FAREDUCA, o qual, muito apropriadamente, consagrámos à visão de um 'mundocasa'.
2. Igualmente apropriado neste tempo de quarentena, as dicas para 'Agir Agora', cuja implementação agora deve, muito naturalmente, ser adaptada a um contexto 'a partir de casa'.
3. Finalmente, um post sobre o Eco-Dharma (Eco Budismo), de que nos podemos aproximar, pelo menos informar, se não for para praticar.
Decorreu, no passado sábado 9 de março, no Roundabout.Lx, o 1º JACARANDÁ GATHERING.
O intuito destes 'Jacarandá Gatherings' é (nas palavras do Alban, do Philippe e do Gonçalo - músicos que integram este coletivo) convocar, numa época de urgência radical no que toca à sustentabilidade da nossa morada coletiva, o carácter encantatório da música e a sua potência congregadora para criar territórios de partilha, de experimentação e de debate, em torno de preocupações sociais e ecológicas, com vista ao empoderamento comunitário e à sensibilização para a necessidade de acções concretas.
O Programa foi o seguinte:
17:30-19:00: Ponto de Encontro – desenhos ramificados para maiores de 4 anos, Marta Angelozzi e Céline Tschachtli
19:30-20:30: Histórias inspiradoras de acção pelo clima – Conversa comunitária com vídeos, com Rita Fouto (Fareduca), Isabel Correia (Upaya Ambiente) e Álvaro Fonseca
20:30-21:30: Jantar vegan com PATUÁ
21:45-22:45: concerto de Jacarandá (lançamento do EP)
23:00-00:00: LPF dj set (QueLeLe, RR)
A entrada foi livre, com donativos. O cartaz do evento foi de Eduarda Lima.
A Rita Fouto esteve, com a Isabel Correia e o Álvaro Fonseca, a facilitar a conversa comunitária que incidiu sobre histórias inspiradoras de ação pelo clima.
O evento foi muito participado e a dinâmica da conversa possibilitou um fecho muito inspirador, com os participantes a apresentar propostas e compromissos individuais de ação de ação pelo clima.
Achamos que sim e que isso não pode ser. Por isso aqui vimos, de forma prazerosa, divertida, mas também séria, que isto do teatro tem muito que se lhe diga. Sozinho(a), com amigos, em família, experimente-se sem compromisso ou assuma-se esta regularidade de um sábado por mês, no IFICT (a escola do teatro, em Lisboa, junto à Estação de comboio/ metro de Santa Apolónia). Para brincar muito a sério ao teatro.
(Rita Fouto)
A quem se destina?
Todos, sem qualquer limitação de idade, estado, situação, convicções, medos e sonhos. Aliás, estará nessa diversidade, das nossas especificidades, o caldo mais poderoso e criativo dos encontros da nossa humanidade.
Qual o objetivo?
Estimular e desenvolver a expressão livre e criativa de cada um, implicando o corpo, a voz e a imaginação, numa descoberta pessoal e comum (de grupo).
A magia do “faz-de-conta” surgirá, muito naturalmente, a partir de estímulos, ideias, concretizações e composições, que o grupo devolverá, nas suas dinâmicas próprias.
Pretende-se proporcionar, uma vez por mês, uma manhã de sábado diferente, dedicada à expressão e criação artística teatral, em família e em comunidade.
Qual o programa/ modelo das sessões?
Estamos com um modelo muito aberto, tudo dependerá de quem venha, como venha, ao que venha. Desde que venha! Há um programa-base, ideal, desejável, algo do género:
1.Chegar Devagar (roda de boas-vindas);
2.Ativar, Ativar (exercícios de foco, concentração e aquecimento);
3.Dramático do Dia (estímulos, propostas e desafios específicos);
4.Improvisações e composições (criações em pequeno grupo):
5.Fechar sem tapar (roda de partilha final e despedida).
Cada sessão será influenciada pela anterior (naturalmente e dependendo do número de participantes regulares). Ainda assim, as sessões serão autónomas, procurando-se explorar diferentes 'dramaticos' em cada uma.
Onde e quando se realiza?
No IFICT – Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral,
Sito na Rua da Bica do Sapato, nº 48 A e B, 1100-094 Lisboa (junto à Estação de St.ª Apolónia),
Inscrevendo-se para geral@ifict.pt, para a primeira e 'pack' de 9 sessões até sexta-feira 19 de outubro e, para as restantes, até à sexta-feira anterior.
Qual o custo?
O custo da oficina, por pessoa (criança/ jovem/ adulto/ sénior) é de:
Família de:
1
2
3
4
5 ou +
Sessão Avulsa:
20 €
18 €
16 €
14 €
12 €
Pack de 9 Sessões:
18 €
16 €
14 €
12 €
10 €
E sobre a formadora?
A Rita foi aluna e é agora professora convidada do IFICT. É membro co-fundador e dirigente da MIAU Associação Cultural/ Companhia de Teatro e sócia gerente da FAREDUCA. Nasceu em Lisboa, em 1975. A sua formação e experiência afirmam-na atriz, encenadora, dramaturga, produtora, criadora, formadora e professora de teatro. As suas aulas e oficinas (que dinamiza desde há 15 anos), têm passado por crianças, jovens, adultos, séniores e outros grupos, sempre centradas no desenvolvimento pessoal e integral do "ser" de cada um - e na expressão artística daquilo que temos para dizer/ comunicar aos outros.
A inexpressividade (ou falta de expressão) acentua-se com a forma de estar
passiva, de quem “apenas” recebe o que vem do exterior.
Por isso é dramático, essa falta de expressão, que lenta e
sub-repticiamente nos vai desligando de nós próprios, da descoberta e vivência
plena da nossa interioridade.
Interioridade, essa, que urge descobrir, resgatar, “fazer sair”, expressar
e interconectar com os outros e tudo aquilo que nos rodeia e vai sendo
estímulo.
Estímulo para receber o mundo, assimilá-lo e devolvê-lo em cunho próprio. A
criatividade alimenta-se do olhar, da escuta, do silêncio, do tempo a passar e
nós a sentir. Um processo. Um rio a fluir.
A nossa natureza é eminentemente criativa. Criar está-nos no sangue. E
hoje, na Era do Antropoceno, urge
resgatar o pedaço perdido da nossa humanidade.
Esse cadinho de sensibilidade férrea-frágil que nos faz confiar, dar a mão,
arriscar, segurar, saltar, mergulhar, voar… Com os outros. Sempre.
Por isso esta oficina é para as famílias. Para se (re)descobrirem num outro
olhar, sob outros estímulos, reforçando os laços, surpreendendo-se!
Abrindo espaço, naturalmente, a outras afinidades de grupo: de idades,
gostos, interesses, intuições e motivações.
Onde se anicham os “nós” da comunidade. Que se vão alterando e ajustando.
Na dinâmica própria das “coisas” vivas.
Vamos a isso? J
(Rita Fouto)
A quem se destina?
Esta oficina destina-se a famílias com crianças a partir dos 3 anos de
idade, jovens de qualquer idade, adultos e seniores.
Qual o objetivo?
Pretende-se estimular e desenvolver a expressão livre e criativa de cada
um, implicando o corpo, a voz e a imaginação, numa descoberta pessoal e comum
(de grupo).
A magia do “faz-de-conta” surgirá, muito naturalmente, a partir de
estímulos, ideias, concretizações e composições, que o grupo devolverá, nas
suas dinâmicas próprias.
Pretende-se proporcionar, uma vez por mês, uma tarde de sábado diferente, dedicada
à expressão e criação artística teatral, em família e em comunidade.
Qual o programa/ modelo
das sessões?
As sessões decorrem com o seguinte programa-base:
1.Chegar Devagar (roda de boas-vindas);
2.Ativar, Ativar (exercícios de foco, concentração e aquecimento);
3.Dramático do Dia (estímulos, propostas e desafios específicos);
4.Improvisações e composições (criações em pequeno grupo):
5.Fechar sem tapar (roda de partilha final e despedida).
O programa específico de cada sessão será desenhado a partir dos resultados
da primeira sessão, no qual se conhecerá o grupo e suas necessidades,
expectativas, contributos, ideias e propostas.
Ainda assim, cada sessão funcionará autonomamente, possibilitando, a cada
momento, a integração de outros/ novos participantes.
Onde e quando se realiza?
A oficina realiza-se no IFICT –
Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral,
Sito na Rua da Bica do Sapato, nº 48
A e B, 1100-094 Lisboa (junto à Estação de St.ª Apolónia),
No horário das 15 às 17h,
Nos sábados de 13/01, 10/02, 10/03, 07/04, 19/05 e 16/06.
Como posso
participar?
Inscrevendo-se para geral@ifict.pt, tendo em
atenção que a oficina admitirá um número limitado de participantes, sendo dada
prioridade às famílias que se inscrevam no conjunto das seis sessões.
Qual o custo?
O custo da oficina, por pessoa (criança/ jovem/ adulto/ sénior) é de:
Família de:
1
2
3
4
5 ou +
Sessão Avulsa:
20 €
18 €
16 €
14 €
12 €
Pack de 6 Sessões:
18 €
16 €
14 €
12 €
10 €
E sobre a
formadora?
Aluna e professora do IFICT, diretora da MIAU Companhia de Teatro e da FAREDUCA Educação para a Sustentabilidade, Rita Fouto, nascida em Lisboa, em 1975, é atriz, encenadora, dramaturga, produtora, criadora, formadora e professora de teatro. As suas aulas e oficinas (iniciadas há 14 anos), têm passado por crianças, jovens, adultos, séniores e outros grupos, sempre centradas no desenvolvimento integral e harmonioso do "ser", quer ao nível pessoal, quer artístico, social e cívico.
A 5ª edição do EARTHfest realiza-se a 20 e 21 de maio de 2017 no Centro de Interpretação de Monsanto (CIM), renovando a parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e assinalando o Dia Mundial da Biodiversidade (22 de maio).
Todos estão convidados a contribuir para o programa do evento, com propostas de atividades e stands.