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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Comunidades de Esperança

 


GEN Europe and The Great Relations Films launched a documentary that takes us on a journey around the mandala of regeneration: how ecovillages relate to the social, economic, ecological and cultural dimensions of sustainability.

Featuring communities including Tamera (Portugal), Sunseed (Spain) and Solheimar (Iceland) and interviews with key members of the ecovillage movement, it offers pathways towards a new way of seeing the world, and a new way of living together.


sexta-feira, 1 de junho de 2018

(Comunidade #5) 09.Jun em Água Formosa (Vila de Rei)

 
INFORMAÇÕES GERAIS
 
O 5º e último encontro deste ciclo (Jan-Jun'2018) do 'COMUNIDADE - Projeto e(m) Partilha' realiza-se no sábado 9 de junho na aldeia de Água Formosa, em Vila de Rei, novamente em parceria com a Fazedores da Mudança.
 
Fecharemos o ciclo retornando ao local do 1º encontro, trazendo para a conversa da tarde algum conhecimento e experiência de contacto com comunidades e uma provocação de conceito quanto à pergunta inicial (que relembramos): "O que é isso de estar e viver em Comunidade?"
 
Sendo que existem comunidades de vida, de trabalho, de aprendizagem; comunidades físicas/ geográficas e de interesses (de pessoas que, num espaço virtual e/ou real pontual, se encontram em agregados interesses) - propomos agora o "Ser Comunidade", um 'desenho de conceito' para uma forma de estar e viver - onde se está, com quem se está - potenciador das várias interações benéficas visíveis nas comunidades. Esse 'desenho de conceito' é a provocação (ou desafio) que propomos neste encontro.
 
Este encontro será especial, pois estará integrado numa iniciativa mais ampla da Fazedores, o "Vamos Celebrar o Espírito da Dádiva":
 
 
 
Sobre ele, diz a Fazedores:
 
"Celebramos o dia de Portugal, celebrando o Espírito da Dádiva ...
 
Este ano, esta Celebração marca o início de um momento muito especial e tão esperado: a reconstrução da Casa de Pax. Já tivemos duas doações, num total de 10.500 €, que nos permitiram avançar com os projetos de arquitetura e especialidades, mas precisamos de muita criatividade e recursos para cumprirmos o objectivo deste ano: Telhado, Estrutura interna da Casa, Paredes, Janelas e Portas, até Dezembro de 2018.
 
As iniciativas previstas são para míúdos e graúdos, sendo que para os jovens temos um desafio!! No sábado será entregue uma Carta de Missão e no domingo à tarde terão de apresentar as suas ideias para o desafio colocado: O que precisa de acontecer para que os jovens venham à aldeia e ajudem a Cuidar e tenham contacto com a natureza?
 
Amigos.... são todos muito bem-vindos a Água Formosa. Apareçam!! :) "
 
 
PROGRAMA
 
Sábado | 9 Junho
 
9:30 a 12:30 - Cuidando da Casa de Pax (manh~ºa de trabalho voluntário, com ação de limpeza do terreno em redor e dentro da casa comunitária da Fazedores da Mudança)
 
13:00 a 14:30 - Almoço e Cantares Partilhados
 
15:00 a 17:00 - Programas Paralelos:
 
Vamos Conversar ... (com a colaboração da Comunidade Art of Hosting Portugal):
  • “Ser Comunidade” (FAREDUCA)
  • “Portugal a Cuidar da Casa Comum” (FAZEDORES DA MUDANÇA)
Desafio de Missão "Casa de Pax" (Programa Jovens)

Histórias e Brincadeiras da Minha Aldeia (com a Terra de Santos) (Programa Crianças)

18:00 a 20:00 - Vamos Fazer Pão & Pizzas! (Forno Comunitário da Aldeia, com Jantar Partilhado; atividade orientada pela Associação Agricultura e Vida)

20:00 a 22:00 Cinema na Aldeia: Vamos lá falar de Sementes!! (UPAYA Ambiente)


Domingo | 10 Junho

10:00 a 10:30 - Meditação com a Terra

10:30 a 11:30 - Yoga na Aldeia (com Nuno Silva)

11:30 a 12:45 - Mãe Terra, Terra Mãe & Caminhada “À Descoberta das Hortas” (Fátima Effe & Fazedores da Mudança)

11:30 a 12:45 -  A Arte de Cozinhar com o que temos! (FAREDUCA & UPAYA Ambiente)

13:00 - 14:30 - Almoço Partilhado

14:30 a 17:00 - Missão "Casa de Pax": Telhado e Paredes até Dez.2018 - Como conseguir financiamento? (Fazedores da Mudança & Comunidade Art of Hosting Portugal)

17:00 a 17:30 - Encerramento com Cânticos na Aldeia (Raiz de Portugal & Casarão da Lua)
 
 
LOGÍSTICA Como a iniciativa começa bem cedo (no sábado, às 9h30), uma boa opção será a ida na véspera (sexta-feira, 8 de junho) e pernoita no alojamento local da aldeia de Água Formosa (integrado na rede das Aldeias de Xisto).

Alojamento Local de Água Formosa dispõe de sete casas entre as quais todos poderão ficar acomodados. O preço de referência é de 40 €/ quarto (duplo), sendo efetuados descontos para os participantes desta iniciativa e havendo condições especiais (claro) para famílias/ bebés e crianças.

Para mais informações e reservas, enviar um e-mail para aguaformosa@gmail.com ou contactar diretamente o responsável, Sr. Renato (tmv 919 275 993).

Nota: para outras opções de alojamento, clique aqui.
 

INSCRIÇÃO/ CONFIRMAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO E PRESENÇA

Por questões logísticas e de organização, pedimos a confirmação de participação e presença por mail para fazedoresdamudanca@gmail.com, cc a fareduca.geral@gmail.com ou por sms para tmvs 917078777 e 969393039.
 
 
OUTRAS DICAS
 
Em prévia inspiração e 'sintonia', sugerimos a leitura do manifesto 'Quem Somos' da Fazedores da Mudança - e sobre a 'Dádiva'.
Para saber mais sobre o nosso COMUNIDADE - Projeto e(m) Partilha , clique aqui.
 
Recomendamos vivamente a todos a participação nesta iniciativa, como excelente forma de, em família, entre amigos e em comunidade, ajudar, aprender, conhecer novos locais e pessoas, conversar/ discutir/ refletir em conjunto e lançar as bases deste nosso 'espaço' em Comunidade :)


quinta-feira, 12 de abril de 2018

(Comunidade #4) 14.Abr na Finca Equilibrium, em Pegões

 
INFORMAÇÕES GERAIS:
O 4º encontro de partilha e(m) comunidade é já no próximo sábado 14 de abril e realizar-se-á na Finca Equilibrium, em Pegões, Montijo.
 
Neste dia, iremos realizar uma manhã de trabalho-aprendizagem, observando a evolução do projeto de permacultura e agroecologia em horta e floresta, que o João Gonçalves e a Mónica Barbosa iniciaram, pela Ecotrabalho, há um ano - e colaborando, com o nosso trabalho voluntário, no que for preciso.
 
PROGRAMA:
9:00 - Chegada, Chá de Boas-Vindas
9:30 - Passeio-Visita e Distribuição do Trabalho (Local, Tarefas, Instruções, Ferramentas)
13:30 - Pic-Nic partilhado com os contributos de todos
15:00 - Conversa sobre 'Comunidade'
18:00 - Fim/ Chá de Despedida

LOCALIZAÇÃO:
A Finca Equilibrium localiza-se entre a Localidade de Faias e Aldeia Nova da Aroeira, Freguesia de Poceirão - Município de Palmela (+/- 50 Km de Lisboa)

Coordenadas GPS:
38°43'0.43"N
8°45'22.89"W

Mapa Google:
https://www.google.pt/maps/place/Finca+Equilibrium/@38.717013,-8.7586437,17z/data=!3m1!4b1!4m5!3m4!1s0xd1914722b3e7a1f:0x764ccde5db0f6d8!8m2!3d38.717013!4d-8.756455
Explicação "à antiga":
Na N4, depois das Bombas da Repsol (que estão à nossa direita), entra-se na localidade de Faias (vê-se uma placa). No 1º cruzamento vira-se para a esquerda, depois, segue-se sempre em frente. A Finca fica na 3ª ou 4ª estrada de terra batida (Rua Augusto Pinelas). Finalmente, ao fim da rua (antes dos eucaliptos), vira-se à direita, há uma caravana verde velha estacionada... Chegaram!
 
 
Inscrições/ Confirmações de Presença na página facebook do evento - aceite o convite/ confirme a sua presença!
 
Recomendamos vivamente a todos a participação nesta iniciativa, como excelente forma de, em família, entre amigos e em comunidade, ajudar, aprender, conhecer novos locais e pessoas, conversar/ discutir/ refletir em conjunto e lançar as bases deste nosso 'espaço' em Comunidade :)
 

(Comunidade #3) Como foi

 
 
O 3º encontro de partilha e(m) comunidade realizou-se no sábado 17 de março, no espaço da SerVivo, em Vale de Barris, Palmela.
 
Devido à chuva, a manhã de trabalho-aprendizagem realizou-se em espaço interior, com identificação e acondicionamento de plantas e sementes e acompanhamento das atividades das crianças. Ainda assim, foi possível uma rápida olhadela à horta de permacultura da SerVivo.
 
A SerVivo é uma comunidade de trabalho e a sua equipa não reside no espaço, embora haja residentes temporários que incluem os que estão a colaborar, a visitar - e entre estes conhecemos o Brynn, um viajante que anualmente traça a sua rota de passeio entre comunidades.
 
O almoço foi confecionado em pequeno grupo, com os contributos de todos. Estava delicioso e juntou cerca de 15 pessoas.
 
Na tarde, reunimo-nos no salão para conversar sobre "o que é isto de ser (e viver) em comunidade". Foi feita uma síntese dos contributos e reflexão do 'Comunidade' de janeiro e fevereiro; a SerVivo apresentou-se nos seus antecedentes e fundadores, valores e princípios, visão, prática e caminho percorrido; falou-se ainda de outras comunidades, como Tamera - e a próxima 'Comunidade 108' -, de expectativas e de comuns e diferenças.
 
Reforçámos a nossa convicção de que a visão, o objetivo de uma comunidade é a charneira do seu desenvolvimento. O sonho, que (e muito naturalmente) é sempre acalentado em nascente por alguém (uma só pessoa, casal ou pequeno grupo) - e depois ampliado, desmultiplicado, acelerado, nas múltiplas perspetivas e contributos dos demais que se vão juntando (e criando o grande grupo).
 
Ficámos com uma mais clara percepção de que existem:
- Comunidades de Vida
- Comunidades de Trabalho
- Comunidades de Aprendizagem
 
Todas elas podem coexistir na mesma, mas por vezes os projetos só abarcam uma destas dimensões.
Ficámos também ainda mais convictos de que uma 'comunidade' é um projeto coletivo que se propõe ao desenvolvimento pessoal de cada indivíduo que dela faz parte (ou que a integra por um determinado tempo), aí ancorando uma visão transformadora que oferece ao mundo e que se expressa na prática das suas 'formas' de vida, educação e trabalho.
 
 
 
 


segunda-feira, 12 de março de 2018

(Comunidade #3) 17.Mar na SerVivo, em Palmela

 

INFORMAÇÕES GERAIS

O 3º encontro de partilha e(m) comunidade é já no próximo sábado 17 de março e realizar-se-á no espaço da SerVivo, em Vale de Barris, Palmela.
Neste dia, iremos realizar uma manhã de trabalho-aprendizagem, iniciando com um passeio de reconhecimento e identificação de plantas, ao longo do qual iremos conversar sobre a sua importância e utilização, aproveitando para recolher algumas plantas comestíveis para os coelhos da SerVivo - e a salada do almoço. Depois disso, iremos realizar trabalho voluntário na horta/ jardim de permacultura da SerVivo, aprendendo e exercitando as atividades de semear, transplantar e mondar. Segue-se o almoço, partilhado com os contributos de todos e uma tarde de conversa sobre "o que é isto de ser (e viver) em comunidade".
 
PROGRAMA

9:30 - Chegada e Briefing
 
10:00 - Passeio de reconhecimento/ identificação, conversa e apanha de plantas
 
11:00 - Trabalho voluntário na horta/ jardim de permacultura da SerVivo - e para as crianças, também de alimentação, limpeza e interação com os coelhos da SerVivo.
 
13:00 - Fim da manhã de trabalho voluntário
 
13:30 - Almoço
 
15:00 - Conversa sobre "Comunidade" - e para as crianças, Passeio Pedestre na Floresta.
 
18:00 - Fim da conversa e da programação do dia

 
Importante trazer:
  • Roupa confortável
  • Água
  • Contributos para o almoço (já cozinhados ou a cozinhar "ao momento")
 
Sobre a conversa - a conversa irá incluir:

  • Uma síntese da conversa do 2º encontro (17.Fev, no Centro Subud de Bucelas);
  • A apresentação do projeto da SerVivo, bem como de outras comunidades próximas e/ou na "rede" de conhecimento e experiência dos intervenientes e participantes da conversa; e
  • A continuação da reflexão/ debate em curso com este ciclo e com os contributos de todos.
 
ALOJAMENTO
 
Na opção de ida na véspera (sexta-feira, 16 de março) e/ou prolongamento da estadia até domingo, poderão pernoitar na SerVivo.
Para saber mais informações agradecemos o contacto direto com a SerVivo através do e-mail servivo.terra@gmail.com ou tmv 915812454.

INSCRIÇÃO/ CONFIRMAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO E PRESENÇA:
 
Por questões logísticas e de organização, pedimos, se possível, a confirmação da vossa participação e presença  para fareduca.geral@gmail.com ou tmv 969393039.

Para saber mais sobre o nosso projeto e(m) partilha COMUNIDADE, clique aqui.

Recomendamos vivamente a todos a participação nesta iniciativa, como excelente forma de, em família, entre amigos e em comunidade, ajudar, aprender, conhecer novos locais e pessoas, conversar/ discutir/ refletir em conjunto e lançar as bases deste nosso 'espaço' em Comunidade :)
 

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

(Comunidade #2) Como foi

O segundo encontro em Comunidade (17 de fevereiro de 2018, em Bucelas) deu-se entre a manhã de passeio na Quinta do Boição do Meio, almoço de convívio na Albergaria da Quinta e tarde de conversa no mesmo local.

A chuva matinal impediu os trabalhos voluntários previstos, mas de capas e galochas ainda foi possível fazer um passeio pela Quinta e conhecer os seus trilhos, hortas, edifícios, moradores e alguma flora e fauna local.



A Quinta do Boição do Meio - Centro Subud de Bucelas

A Quinta do Boição do Meio foi adquirida pela Associação Subud de Portugal em 1974, com o propósito de ali se instalar um Centro Internacional Subud.

Desde logo, um plano foi traçado para o desenvolvimento dos seis hectares de terreno. Nasce, assim, o CITIS I - Centro Internacional de Trabalho e Integração Social (I porque seria o primeiro num projeto a replicar).


O Projeto de Desenvolvimento da CITIS I pelo Arq.º Raul Martins/ Gabinete Setia Bakti

Entusiasmados com o projeto, os membros da ASP logo começam a reabilitar as infraestruturas existentes, construindo também novas, como bungalows de madeira onde viriam a residir algumas famílias.
 
 
O edifício da Albergaria aquando da sua "estreia", em 1986
 
Mercê de circunstâncias várias, o projeto não evolui como previsto e de algum modo estagna, sendo tentativamente retomado em várias épocas, em iniciativas que vão mantendo a dinâmica e as infraestruturas existentes.
 
A Associação vai aceitando esta 'justa' dimensão do projeto - e propósito do lugar - que parece não querer receber grandes alterações e massivas presenças humanas. O Centro Internacional Subud de Bucelas persiste, na calma resiliência do "simples" Estar em natureza - e daqueles que assim o procuram.
 
 
Estar e Viver em Comunidade - continuando a conversa...
 
Na conversa que se proporcionou pós-almoço, avançou-se um pouco mais rente à "comunidade".
 
«O que é isso de Estar e Viver em comunidade?»
 
O que é uma Comunidade?
 
Em primeiro lugar, abordou-se o próprio conceito de "Comunidade": geográfica/ territorial ou "de interesses"; a primeira, cultivada intensamente (e intencionalmente), nas inter-relações super próximas da vivência quotidiana; a segunda, de outras formas nutrida, em processos e fluxos de comunicação e interação bem mais "regulados" - porque distantes e pontuais/ "pendulares". Ficou reforçado o sentido territorial da visionada Comunidade.

 
Quais as fronteiras da Comunidade?
 
Depois, abordou-se a questão das fronteiras da comunidade e a sua "auto-suficiência" (alimentar, energética, hídrica). Observou-se que a auto-suficiência vai diminuindo à medida que caminhamos para um contexto mais demarcadamente urbano - ou seja, à medida que a Comunidade se integra numa comunidade já existente. Consumir da produção local (desde que seja boa) pode ser mais sustentável do que ter uma produção própria, conjugando benefícios ecológicos, económicos e sociais (relação com a comunidade local).
 
Daqui partimos para a questão "E será a Cidade uma Comunidade?". Desejavelmente sim e há quem esteja com esse foco de visão e ação - mas cada vez é mais fácil não conhecer a comunidade, viver o quotidiano sem aflorar a vizinhança e tudo aquilo de que podemos dispôr só ali no nosso bairro. Sugestões foram lançadas no "combate" a este "autismo", como o culto dos trilhos, caminhos pedestres na cidade, para conhecer o bairro, a freguesia, os locais e as pessoas.

 
Que visão temos da Comunidade?

Quando questionados individualmente, os participantes variaram muito nas suas visões de Comunidade. É saudável e útil que assim seja:
 
  • Uma aldeia abandonada a repovoar por amigos, assegurando os 4 T's Terra, Trabalho, Teto e Tempo;
  • Um cohousing na cidade, off the grid, criativo e rentável, que resiste à bolha e "paga para ver", sedimentando laços afetivos e de cooperação "de quintal";
  • Uma ética de Estar, Ser e Fazer - válida para a grande Comunidade da Terra, os biomas geoeconómicos, os ecossistemas políticos e socioculturais e os habitats locais (cidades, vilas, aldeias, lugares);
  • Um grupo de pessoas que partilha uma visão e um conjunto de valores, que nutre a comunicação (criativa, positiva, assertiva, não violenta) e o respeito pelo outro e que se "instala" num território para construir em confiança;
  • Uma vasta propriedade, relativamente longe dos centros urbanos, com espaço agrícola, agroflorestal residencial e de serviços, com foco nas novas gerações e na sua educação sustentável.
Houve risos, identificação, surpresa. Cada pessoa é um mundo e nunca sabemos o que está para lá do que vamos percebendo e intuindo. É certo que basta perguntar. Também é certo que as perguntas (e as respostas) trazem mais responsabilidade.
 
O que fazemos agora, com todas estas Comunidades?
 
É o que iremos descobrir na próxima sessão, dia 17 de Março.
 
Para saber mais sobre o "Comunidade - projeto (em) partilha" clique aqui.
 
 

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

(Comunidade #1) Como foi

O primeiro encontro em Comunidade (20 de janeiro de 2018, em Água Formosa) deu-se entre a manhã de trabalho voluntário nas hortas da aldeia, almoço de convívio (e retempero de forças) na Casa da Junta de Freguesia de Vila de Rei e tarde de conversa junto ao forno comunitário da aldeia.
 
A aldeia
 
 
Água Formosa é uma aldeia maravilhosa, uma aldeia de xisto estacada ao coração da terra, em amoroso jorro de vida.
 
A aldeia entalha-se em declive na encosta até ao rio, sendo que deve o seu nome a uma fonte de água puríssima - e sendo também que se localiza a 10 km do marco geodésico que assinala o centro do território continental.
 
 
A entrada pela ponte convida-nos a conhecer a aldeia, cujas casas e ruas estão muito bem cuidadas, mercê do esforço e dedicação dos seus habitantes e da freguesia de Vila de Rei.
 
 
Entre estes, não há como não referir a família que dinamiza o alojamento local de água formosa, congregando sete casas, sendo que foi lá que pernoitámos - e sendo que fomos muito, mas mesmo muito bem recebidos.
 
 
Nos terrenos férteis e planos do vale encontram-se as hortas da aldeia. Falamos das hortas atualmente cultivadas, porque há também as outras, as que ficaram adormecidas e esquecidas pelo tempo e manto da vegetação - e que o fogo veio desnudar.
 
 
Foram essas hortas que ajudámos a limpar, juntando-nos à iniciativa da Fazedores da Mudança.
 
 
 
 
 
A Fazedores da Mudança
 
A Fazedores da Mudança é uma associação de pessoas que se reconhecem num profundo sentido de serviço a uma "era da união"e tempo de transição em que vivemos - o qual urge facilitar. É nesse papel que a associação se assume, com projetos ao nível da saúde, bem-estar, auto-suficiência e equilíbrio, registo e divulgação de histórias e saberes e cooperação/ parcerias.
 
A Fazedores da Mudança uniu-se a Vila de Rei no propósito de afirmar a freguesia como um território de referência de co-responsabilidade para o bem-estar e a construção de um mundo melhor, mais generoso, justo, solidário e sustentado.


A Fazedores da Mudança e a Aldeia de Água Formosa

No âmbito dessa visão (e missão), a associação fixou-se na aldeia de Água Formosa, numa casa-ruína que lhe foi cedida, tendo iniciado projetos com a população, como a reconstrução do forno comunitário da aldeia, a recolha de lendas e histórias das gentes da aldeia e o cultivo de hortas em terrenos cedidas por gente da aldeia.
 
No seu conjunto, estas hortas, que antes abasteciam uma população de cerca de 300 habitantes (agora são apenas nove os habitantes permanentes), são um marco indelével, representando a capacidade produtiva da aldeia e a autosuficiência alimentar das famílias.
 
Com o êxodo da população, as hortas foram abandonadas e "engolidas" pela vegetação. Agora, o fogo pôs a nú esse património, que se pretende revivificar e bem assim, com ele, a comunidade.
 
O passo seguinte será a recuperação da casa gerida pela Associação, cujo propósito de missão é "acolher o silêncio" - e devolver, a cada membro que o visita, a paz, equilíbrio e bem-estar necessários à continuação do seu trabalho de serviço à mudança.
 
Tornar-se sócio e/ou contribuir financeiramente são formas de ajudar a Fazedores da Mudança a levar a cabo a sua missão, objetivos e projetos - nomeadamente este último, que representará um maior esforço, mas também maior impacto. Saiba mais aqui.
 
 
Estar e Viver em Comunidade - o início de uma conversa...
 
Na conversa que se proporcionou pós-almoço falou-se sobre "comunidade".
 
«O que é isso de Estar e Viver em comunidade?»
 
Alguns aspetos já se encontram reportados neste post, traduzindo a visão e ação concreta da Fazedores da Mudança. Outros ficaram "perdidos" por circunstâncias várias e não serão passíveis de reporte. Somando o que foi falado e discutido com aquilo que esta iniciativa toma já de referência, poder-se-á sintetizar o seguinte:

 Ambicionando um conceito de comunidade alicerçado em objetivos e preocupações de sustentabilidade (económica, ecológica e sociocultural), três aspetos essenciais emergem:
 
1 - O projeto de Comunidade necessariamente implica uma base física, territorial (um espaço/ área concreto) e assim ir interagir e integrar-se na comunidade local já existente, apreendendo e (se possível registando) as histórias, saberes e costumes locais; introduzindo (com sabedoria e quando necessário) novos conhecimentos, utensílios e práticas (de base tecnológica ou outras) e fazendo surgir, nesse cruzamento, inovações "inteligentes" (simples, acessíveis e fáceis de criar/ reproduzir);

2 - A base de desenvolvimento da comunidade deverá ser a sua auto-suficiência alimentar; por isso, a comunidade tem que ter terra e pessoas para desenvolver a atividade agrícola, em horta, pomar e (desejavelmente) animais; e agroflorestal numa zona tampão regenerativa, de fixação e enriquecimento do solo, ensombramento e amenização (vento e outros fatores climáticos), proteção/ estímulo ao ecossistema e à biodiversidade e produção de oxigénio;

3 - O cerne do sucesso da comunidade estará na qualidade das relações humanas e na confiança entre todos. Mecanismos para uma comunicação mais efetiva, verdadeira, não violenta, assente no silêncio, no esvaziamento (mindfullness), na atenção plena, na vivência prática de uma maior espiritualidade (em oposição à materialidade), em momentos/ rituais coletivos de silêncio, dádiva, dança, canto, leitura, conversa e expressão livre e criativa serão essenciais. Alegria, bem-estar e diálogo sempre.
 
Muitas questões ficaram no ar e esta não é uma conversa acabada, antes pelo contrário, inicia aqui e agora, de modo mais formal, por via deste "Comunidade - projeto (em) partilha".
 
Para saber mais clique aqui. Ou contacte-nos.

 

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

(Comunidade #2) 17.Fev em Bucelas



 

INFORMAÇÕES GERAIS

 O 2º encontro de partilha e(m) comunidade é já no próximo sábado 17 de fevereiro e realizar-se-á na Quinta do Boição do Meio em Bucelas, em parceria com a Associação Subud de Portugal (ASP).

Neste dia iremos realizar uma manhã de trabalho voluntário de ajuda à limpeza do espaço exterior da quinta, contribuindo para o projeto do Centro Subud de Bucelas e aproveitando para o ficar a conhecer melhor e aos seus atuais anfitriões Maria Duarte e Lucas Almeida.

Segue-se um almoço convívio e uma tarde de conversa sobre "o que é isto de ser (e viver) em comunidade".


PROGRAMA

9:30 a 10:00 - Chegada e Briefing

10:00 a 13:00 - Trabalho Voluntário na Quinta (espaço exterior do Centro)

Importante trazer:
  • Roupa confortável
  • Água
  • Luvas e Ferramentas (para maximizar os trabalhos, existindo poucas no Centro)

13:30 a 15:00 - Almoço

Nota: de forma a rentabilizar os trabalhos da manhã, pedimos à Maria Duarte (excelente cozinheira) que nos confecionasse um menu vegetariano, ao que acedeu. Embora não revelando o menu (será surpresa :), sabemos que este irá incluir:
  • Sopa
  • Prato
  • Salada
  • Fruta da época
  • Bebida quente (chá)
Preço adulto: 8 € | Preço criança (até 12 anos): 4 €  Reserva obrigatória, confirmação até 14.Fev

15:00 a 18:00 - Conversa

A conversa irá incluir:
  • Uma síntese da conversa de Água Formosa (20.Jan);
  • A apresentação do projeto do Centro Subud de Bucelas e experiência da ASP com esta comunidade Subud; e
  • A continuação da reflexão/ debate em curso com este ciclo e com os contributos dos participantes.


ALOJAMENTO

Na opção de ida na véspera (sexta-feira, 16 de fevereiro) e/ou prolongamento da estadia até domingo, poderão pernoitar na Albergaria do Centro.

Para saber mais informações agradecemos o contacto direto com a Maria Duarte (mariaduarte.mindbody@gmail.com, tmv 918687187).



INSCRIÇÃO/ CONFIRMAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO E PRESENÇA:

Por questões logísticas e de organização, pedimos a confirmação da vossa participação e presença até 14.Fev para fareduca.geral@gmail.com ou tmv 969393039.


Para saber mais sobre o nosso projeto e(m) partilha COMUNIDADE, clique aqui.

Recomendamos vivamente a todos a participação nesta iniciativa, como excelente forma de, em família, entre amigos e em comunidade, ajudar, aprender, conhecer novos locais e pessoas, conversar/ discutir/ refletir em conjunto e lançar as bases deste nosso 'espaço' em Comunidade :)


terça-feira, 16 de janeiro de 2018

(Comunidade #1) 20.Jan em Água Formosa



INFORMAÇÕES GERAIS

O 1º encontro de partilha e(m) comunidade é já no próximo sábado 20 de janeiro e realizar-se-á na aldeia de Água Formosa em Vila de Rei, em parceria com a Fazedores da Mudança.

A Fazedores da Mudança promove neste dia uma manhã de trabalho voluntário, de ajuda à limpeza das hortas, em que cada um pode, assim, contribuir para a recuperação das hortas da aldeia - e conhecer melhor este projeto.

 

PROGRAMA

De manhã, ajudaremos na limpeza das hortas (9h às 13h). Segue-se um almoço partilhado com os contributos de todos (13h às 14h30) e tarde de conversa sobre "o que é isto de ser (e viver) em comunidade" (14h30 às 17h30).


LOGÍSTICA

Como a iniciativa começa bem cedo (9h), uma boa opção será a ida na véspera (sexta-feira, 19 de janeiro) e pernoita no alojamento local da aldeia de Água Formosa (integrado na rede das Aldeias de Xisto). A estadia poderá ser prolongada, aproveitando-se o domingo para passear na região.

Alojamento Local de Água Formosa dispõe de sete casas entre as quais todos poderão ficar acomodados. O preço de referência é de 40 €/ quarto (duplo), podendo ser efetuados descontos e havendo condições especiais (claro) para famílias/ bebés e crianças.

Para mais informações e reservas, enviar um e-mail para aguaformosa@gmail.com ou contactar diretamente o responsável, Sr. Renato (tmv 919 275 993).

Nota: para outras opções de alojamento, clique aqui.


À CONVERSA

conversa da tarde decorrerá na zona comum da Casa do Forno. Discutiremos "o que é isso de ser (e viver) em comunidade", desde o conceito de comunidade, tipos de comunidades, bons princípios e práticas e ideais de comunidade que os participantes visionam para si, suas famílias e grupos comunitários.


Recomendamos vivamente a todos a participação nesta iniciativa, como excelente forma de, em família, entre amigos e em comunidade, ajudar, aprender, conhecer novos locais e pessoas, conversar/ discutir/ refletir em conjunto e lançar as bases deste nosso 'espaço' em Comunidade :)

Em prévia inspiração e 'sintonia', sugerimos a leitura do manifesto 'Quem Somos' da Fazedores da Mudança.


INSCRIÇÃO/ CONFIRMAÇÃO DE PARTICIPAÇÃO E PRESENÇA:

Por questões logísticas e de organização, pedimos a confirmação de participação e presença por mail para fazedoresdamudanca@gmail.com, cc a fareduca.geral@gmail.com ou por sms para tmvs 917078777 e 969393039.


Para saber mais sobre o nosso projeto e(m) partilha COMUNIDADE, clique aqui.



quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Comunidade - Projeto e(m) Partilha


Queremos construir comunidade. Um sentido de Comunidade. Um projeto de Comunidade. Há quem o queira bem na cidade, criativo, artístico, empresarial. Há quem o pense no campo, em plena comunhão e harmonia com a natureza, a calma a destapar o tempo...

Vê abaixo o caminho percorrido entre 2018 e 2022. Quatro anos desta iniciativa, que continua a juntar peças ao puzzle. Juntos somos mais!
 
 
 
(foto do almoço de ajudada na Finca | 05.10.2017 | Finca Equilibrium | Ecotrabalho)
 
2018

Lançámos esta iniciativa em 2018, como um ciclo de encontros mensais, de janeiro a junho, juntando-nos a diferentes parceiros para proporcionar um dia diferente, "fora", em comunidade. Houve sempre um destino e quem nos recebeu. Houve sempre algo para fazer, a refeição e convívio, as conversas pós-repasto, o "simples" estar. Pouco a pouco, levando e trazendo conversas a assentar, desafios por desbravar, sentimos que ganhámos raízes e um certo sentido de comunidade a querer despontar.
Destes encontros emergiu a nossa sensação e visão de comunidade, mais como um 'ser-estar' lugar interior, que se semeia, nutre e vivencia - e não tanto (ou só, necessariamente) como um lugar destino, espaço físico e delimitado geograficamente.

Naturalmente, há coisas que só se podem vivenciar no lugar, e nada substitui a relação quotidiana e duradoura com a natureza, lugares e contextos com espaço e tempo dentro para, longe do ruído e bulício das cosmopolis humanas, nos sentirmos a nós, ao outro, àquilo que se quer manifestar a cada momento presente, e às transformações subtis da vida quando a nossa 'lente' ou 'filtro' permeia outras dimensões...

Mas essa vibração, energia, condição, do ser-estar em comunidade, pode (e deve!) ser algo que plantamos em nós, que nutrimos e cuidamos, regando e alimentando com suavidade e fervor, lendo, aprendendo, experienciando, abrindo o tudo de nós ao outro em que, assim, nos revemos e ampliamos, encurtando distâncias e emergindo mais 'habitados' e 'pertencidos' ao nosso próprio território humano e existencial.

Assim, mesmo (ou sobretudo!) na cidade, é possível refrescar o olhar (que é como quem diz, abandonar a rigidez que nos impede de realmente ver), partir à descoberta e aventura (praticando a atenção plena, a contemplação e o maravilhamento), conhecer os nossos vizinhos (dar o passo, abrir a porta) e descobrir o que queremos e podemos fazer para ser-estar em comunidade.


2019

Assim, em 2019 tratámos de aprofundar o mapeamento das iniciativas, e também de participar em e contribuir para alguns projetos, especialmente na cidade, nomeadamente de cohousing/ coliving, ecoprédios e ecobairros.


LIGAÇÕES ÚTEIS PARA O CONHECIMENTO, O TRABALHO EM REDE E AS PARCERIAS:
 
Comunidades e Projetos Comunitários em Portugal:
 
Comunidades de Aprendizagem:
  • Cerejeiras - Comunidade de Aprendizagem (Penela, Coimbra)
  • Enraizar - Associação de Aprendiagem Comunitária (Mafra, Ericeira)
  • Florescer - Centro de Educação Global(Linda-a-Velha, Oeiras)
  • Kinoa - Comunidade de Partilha e Aprendizagem (Charneca da Caparica, Almada)
  • O Mundo Somos Nós - Projeto pela Liberdade, Respeito e Amor na Educação (Braga)
  • Raízes - Projeto de Educação Viva, Familiar e Ecopedagógica (Vale de Barris, Palmela)
 
Parceiros:
  • Agricultura e Vida - Associação para a Promoção da Agricultura Familiar e Biológica
  • BOA Colaborativa - Comunidade de Produção e Consumo Colaborativo e Consciente
  • Ecotrabalho - Formação e Consultoria em Permacultura e Agroecologia
  • Efeito Estufa - Formação e Consultoria em Energia, Carbono e Clima
  • Fazedores da Mudança - Mediação e Facilitação de Processos (e Projetos) de Mudança
 
Redes e Parcerias:

2020

Neste ano adicionámos à nossa 'cesta' a incursão imersiva num projeto comunitário específico, a aldeia de São Luís, no concelho de Odemira, iniciando o acompanhamento de iniciativas contribuidoras para a sedimentação de uma visão comunitária na aldeia e sua esfera alargada incluindo, desde as localidades mais próximas, a região do Alentejo, outras regiões, o país, europa e mundo.

2021

Em 2021, continuamos a aprofundar a relação com São Luís, fortalecendo laços de cooperação e parceria para sustentar uma maior presença da FAREDUCA na aldeia e comunidade. Em especial, acompanhamos a 'Escola Nativa', um grupo de apoio auto-organizado, de famílias com filhos em ensino doméstico, e que prossegue o modelo pedagógico da 'self-directed education' (educação auto-dirigida).

Ampliamos também o mapeamento e partilha de recursos à componente de publicações.


PUBLICAÇÕES:
“Pensar o Eco Bairro” é uma publicação digital que reúne os textos de uma dúzia de autores de diversas áreas, do urbanismo à arquitetura, da engenharia do ambiente à agricultura urbana, da sociologia à economia, que apresentam as suas perspectivas sobre um conjunto de questões que apoiam escolhas mais informadas. Para além dos textos dos autores portugueses inclui-se também um texto de um autor holandês e outro de um autor suíço, publicados em inglês e francês, conforme a versão original.


2022

Em 2022, ampliamos a nossa presença em Odemira/ São Luís, trazendo para esta comunidade a 10ª edição do EARTHfest. Querendo celebrar 10 anos de um bonito caminho percorrido, justamente com o tema 'o Poder das Histórias'. Iniciamos também um diálogo aberto com o município e outros agentes no/ do território, para explorar vias de co-criação dos 'futuros impossíveis' que, juntos, aqui vamos fazer nascer e acontecer.

O EARTHfest servirá também o propósito de abertura à comunidade do local onde irá ser implantada a 'Ecoversidade de São Luís', um pólo de educação empreendedora e não formal de jovens adultos em meio rural e de missão e propósito regenerativo: das pessoas, das comunidades e dos territórios da biorregião.

Adicionamos a este ponto e ao nosso cardápio mais uma rede de peso, a:

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E por ora assim vamos. Se desejas participar, associar-te como entidade parceira deste projeto, sugerir informação/ links, colocar alguma questão ou saber mais informações, não deixes de nos contactar.