segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
Alteração Climática Interna
Comunidades de Esperança
GEN Europe and The Great Relations Films launched a documentary that takes us on a journey around the mandala of regeneration: how ecovillages relate to the social, economic, ecological and cultural dimensions of sustainability.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
Libertem as Crianças: a urgência de brincar e ser ativo
Publicações Gulbenkian
segunda-feira, 7 de setembro de 2020
A força de celebrar
O novo ano letivo está prestes a começar e a FAREDUCA, como já vem sendo habitual, elege um tema norteador da sua ação - e que pretende inspirador para todos.
Fruto da experiência e reflexão em que mergulhámos neste tempo de pandemia, emergimos com um desafio e convite, que lançamos a todos sem excepção, reconhecendo "A Força de Celebrar".
A FORÇA DE CELEBRAR | POEMOTE
Indo em contra-ciclo com a retracção e o medo, é urgente celebrar!
Começando pelo fim, antes mesmo de avançar, é urgente celebrar!
Reunir feitos e comuns, no naipe que se há-de jogar,
no sonho que se há-de sonhar,
na ação a concretizar,
Para isso há que criar momentum e celebrar.
Porque juntos somos mais fortes,
nutrimos a empatia,
quebramos barreiras,
poupamos energia.
A celebração tem a força de um gigante na ponta do nariz:
simples, pequeno, onde estás, com quem estás,
sem exacerbamento ou pressão - sem julgamento de razão
cabem todos num pingo - e o pingo faz-se onda e mar infinito.
A celebração traz ainda a alegria - ingrediente sem o qual nada de bom se faria.
Combate a depressão, leva amor ao coração, traz tanta motivação!
Tudo isso nos dá defesas, imunidade natural, sabedoria no olhar para lá de bem e mal.
E esse músculo de unir, compreender, sentir, tem que ser ginasticado.
Celebrar no início de cada jornada é mergulhar na alma do mundo e trazer luz à caminhada.
A FORÇA DE CELEBRAR | O QUE NOS PROPOMOS FAZER
"A Força de Celebrar" estará em nós, neste ano letivo:
- Levando momentos celebrativos às escolas (com elas desenhados e concretizados);
- Criando programas de imersão, aprendizagem e celebração na natureza (retiro educativo), para alunos (grupos-turma, ao longo do ano letivo) e professores (nos períodos de interrupção letiva);
- Dinamizando e colaborando na produção, tradução e disponibilização de conteúdos e recursos que ajudem as comunidades educativas a informar-se, capacitar-se e autonomizar a sua ação - celebrando cada 'lançamento' conjuntamente;
- Colaborando com os municípios e juntas de freguesia no desenho e realização de eventos celebrativos comunitários orientados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável;
- Marcando presença nos momentos celebrativos dos nossos parceiros e para eles contribuindo o mais ativamente possível;
- Mantendo os nossos habituais canais (blog, página do facebook, e-mail, tmv) abertos e disponíveis junto de todos.
CELEBRAR A FORÇA DE CELEBRAR | 27.SETEMBRO, LISBOA
E como queremos desde já celebrar a força de celebrar, convidamos todos em geral (e os primeiros 30 amigos em quem este convite ressoe, em particular) a um encontro presencial em Lisboa, no domingo 27 de setembro, pelas 10h, na sede da MIAU Associação Cultural (Espaço Alvito).
Nele iremos abrir o círculo, partilhar, co-criar, refeiçoar, celebrar e meditar, unindo-nos à meditação mundial 'Todos Juntos por Gaia', que no nosso fuso se realizará pelas 16h45.
Confirmação de presença por e-mail para fareduca.geral@gmail.com.
terça-feira, 18 de agosto de 2020
Reinventar Processos Educativos: Reflexões e Ações Futuras
- O papel do/a professor/a pode manter-se igual, face às mudanças e exigências atuais?
- O ensino-aprendizagem pode continuar refém de uma preocupação exclusiva em cumprir conteúdos e planificações?
- A tecnologia vai servir que práticas e processos de ensino-aprendizagem?
- A aprendizagem dos alunos e alunas pode continuar cativa de uma dinâmica pedagógica definida pelo/a professor/a, ensinando do mesmo modo, ao mesmo tempo, a grupos heterogéneos?
- A aula, enquanto unidade de tempo organizacional do trabalho pedagógico, oferece as condições de ensino-aprendizagem e interpessoais para a promoção da autonomia, cooperação, desenvolvimento pessoal, social e emocional das crianças e adolescentes?
- A aula, enquanto unidade de espaço, oferece as condições físicas para um efetivo plano de saúde pública, de distanciamento físico? Será o único espaço possível de ensino-aprendizagem? Ou poderá o ensino-aprendizagem sair das “quatro paredes” e acontecer em espaços naturais, culturais, comunitários?
- O Sistema Educativo chega a todos e a todas? Garantindo que sim, como sabemos que todos e todas têm as mesmas condições para a aprendizagem?
- Que relação, papel e participação quer a escola atribuir às famílias?
- Pensar na comunidade educativa limitada a professores/as, auxiliares e alunas/os é redutor: que outra comunidade educativa e de aprendizagem seria essencial ativar na educação de hoje?
- Acreditamos na escola pública e no trabalho de quem em prol dela age;
- Acreditamos nos/as professores/as e em todos/as os/as profissionais educativos e na sua capacidade e entrega em prol da educação;
- Acreditamos em processos de aprendizagem comunitária, ancorados nos territórios, na família e na capacitação entre pares,
i) auscultação a Agrupamentos de Escolas e à Sociedade Civil Educadora; eii) apoio à implementação de processos de mudança e sua monitorização.
- Apoiar o processo piloto acima descrito;
- Dar o feedback dessa auscultação aos Agrupamentos de Escola, Escolas não Agrupadas, Poder Local, à sociedade civil em geral e a todos os atores que tenham por foco a Educação;
- Apoiar o desenho e a implementação de intervenções, com base nos resultados da consulta, que respondam às preocupações dos intervenientes, contribuindo efetivamente para uma educação transformadora.
EDS - Educação para o Desenvolvimento Sustentável em ação é basicamente cidadania em ação. Evoca perspetiva de aprendizagem ao longo da vida, tomando como lugar não apenas a escola, mas também ambientes fora da escola, ao longo da vida de cada indivíduo. Baseado em direitos humanos e princípios como participação, não discriminação e prestação de contas, que interage com o meiosocial e cultural da comunidade e estimula a aprendizagem social dentro dela. A identidade cultural pode desempenhar um papel importante. Para se relacionar mais estreitamente com as comunidades, as escolas devem ter mais autonomia na implementação da estrutura curricular e na gestão das suas atividades diárias. A EDS em ação, portanto, requer uma nova perspetiva sobre os papéis e funções das escolas.



