domingo, 4 de agosto de 2019

Aquametragem - curta de animação Lisboa E-Nova


 
O Projeto 'Aquametragem' foi promovido pela Lisboa E-Nova e consistiu no desenvolvimento, produção e realização de uma curta-metragem de animação para disseminação através de meios digitais e equipamentos culturais.

Cofinanciado pelo Fundo Ambiental (Aviso n.º 3771-A/2018 – Educação Ambiental + Sustentável: Promover o uso eficiente da água), teve o objetivo de sensibilizar o público em geral para uma mudança de comportamentos no modo de consumo da água e alertar para a escassez deste bem, contribuindo assim para uma maior sustentabilidade hídrica.
 
Pretendeu-se aliar a cultura à sustentabilidade, abordando-a de modo artístico e lúdico e transmitindo informação relevante e educativa ao público em geral. Pretendeu-se abranger vários subtemas ligados à água (como o uso eficiente, água reciclada, água virtual e o nexo água-energia), dando ênfase aos 5R’s: Reduzir os consumos, Reduzir as perdas e desperdícios, Reutilizar a água, Reciclar a água e Recorrer a origens alternativas.

Esta curta-metragem de animação digital em 3D, realizada em computer graphics imagery, tem a produção executiva da Lisboa E-Nova, foi escrita e dirigida por Marina Lobo, Engenheira do Ambiente e Mestre em Animação 3D e produzida pela 'aToca Animação Digital'.
 
Com cerca de 6 minutos, está disponível para visualização e download gratuito, constituindo um recurso educativo ao dispor de todos. O projeto conta com o apoio da EGEAC, que promoveu a transmissão deste filme através dos seus equipamentos e eventos culturais, e também com o apoio de divulgação da Câmara Municipal de Lisboa.

 Em julho de 2019, o filme Aquametragem venceu a competição internacional 'ODS em Ação - Festival de Cinema sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas', na categoria 'PROTEGER O NOSSO PLANETA'. Este Festival foi lançado em 2018 e tem como objetivo avaliar e premiar, em seis categorias distintas, curtas-metragens sobre projetos ou pessoas que promovem o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

O lançamento da curta-metragem realizou-se no Cinema S. Jorge, a 26 de novembro de 2018, e incluiu uma apresentação sobre o objetivo nº 6 dos ODS “Água e Saneamento”.
 

'Crise Climática e Desenvolvimento Sustentável' - um artigo de opinião por Álvaro Fonseca


As recentes declarações de emergência climática (ver p.ex. aqui ou aqui) não estão infelizmente a ser acompanhadas de acção política mais vigorosa por parte dos governos – veja-se o caso do Reino Unido comentado neste artigo no‘The Guardian’:
 
“(...) the latest report to parliament of the government’s Committee on Climate Change makes it clear that the government’s commitment to mitigating the effects of the climate emergency is still very much at the stage of announcing speed limits: targets and exhortations without any enforcement or real effects on behaviour.”
 
Mesmo após diversos apelos do Secretário-Geral da ONU, a própria União Europeia não conseguiu chegar a acordo sobre os esforços de mitigação da mudança climática na recente reunião de líderes em Bona:
 
Também nos grandes media internacionais a crise climática não tem merecido o lugar de destaque que uma verdadeira emergência justificaria e o espaço mediático continua a ser dominado por variadíssimos ‘fait-divers’ que distraem a maioria da população, havendo mesmo quem apelide as declarações de emergência climática de ‘farsa mediática’: https://guilhotina.info/2019/06/21/emergencia-climatica-farsa-mediatica/
 
Não admira que os movimentos de cidadania internacionais que pugnam por acção urgente e eficaz para mitigar a crise climática não abrandem as suas acções de contestação:
Fridays For Future - Global Climate Strike (20-27 Set): https://globalclimatestrike.net/

Chamo a atenção para a entrevista ao Público do geógrafo alemão Wolfgang Cramer (esteve em Lisboa para o Congresso da Federação Europeia de Ecologia, tendo-se deslocado de comboio desde França onde é director do Instituto Mediterrânico de Biodiversidade e Ecologia): https://www.publico.pt/2019/08/01/ciencia/entrevista/quantidade-emissoes-gases-estufa-permitimos-aviacao-absurda-1881906 (pdf aqui).
 
Nesta entrevista Cramer destaca a contribuição da aviação para as emissões de CO2 e a necessidade de reduzir as viagens aéreas e estimular o transporte ferroviário, apostando p.ex. em redes de alta velocidade. Cramer afirma: “Votem em partidos que não construam aeroportos. As pessoas não devem acreditar no argumento que a economia está a beneficiar. É uma mentira.” Fala ainda da importância de mudar (promoção de práticas agrícolas biodiversas) e relocalizar a produção agro-alimentar, de práticas agro-florestais que previnam os incêndios florestais e de gestão urbana sustentável que não dependa apenas de novas tecnologias.

O congresso citado acima teve como tema a “A incorporação da ecologia nos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável”. No entanto, diversos autores e académicos têm posto em causa não só a validade e aplicabilidade dos ODS e da Agenda 2030 das Nações Unidas, como também têm destacado a sua incompatibilidade intrínseca* – p.ex. mitigar a pobreza (ODS#1) e as alterações climáticas (ODS#13) promovendo simultaneamente o crescimento económico (ODS#8). Chamo a atenção para este artigo de opinião recente do sociólogo moçambicano Elísio Macamo em que faz uma análise crítica dos ODS, pondo em causa a exequibilidade das metas almejadas e a sua aplicabilidade em África: https://www.publico.pt/2019/08/01/mundo/opiniao/africa-rejeitasse-objectivos-desenvolvimento-sustentavel-1881616 (pdf aqui). Macamo questiona: “É a África que precisa deles ou a burocracia internacional do desenvolvimento e da caridade remunerada que precisa de uma África que precise dos ODS?” e afirma: “Ao invés de lograr o desenvolvimento através da deliberação e da confrontação de projectos alternativos, os ODS sufocam o debate premiando aqueles que com eles concordam” e que “o maior problema consistiu na fraca capacidade africana de gerir os efeitos das soluções.” Põe também em causa a prossecução de fins em detrimento da discussão sobre os meios para os atingir. “A África, hoje, não é pobre por ser pobre. É pobre porque é objecto de intervenção institucional para acabar com a pobreza.” E questiona ainda o conceito de pobreza e a necessidade de ser combatida: “Porque nunca nos passou pela cabeça que seja a riqueza o problema? A pobreza é o problema não porque o seja realmente, mas sim porque o sistema económico que gere o mundo assim a torna. (…) é fácil explicar porque a África devia rejeitar os ODS. Eles definem fins que definham o espaço político, impedindo uma discussão sobre os meios. Hoje, a pobreza é activamente produzida pelo modo dominante de gestão do mundo. (…) É suspeito querer resolver um problema criado por uma certa estrutura sem mexer nessa estrutura. Não é a África que é um problema, mas sim o mundo. Logo, no centro dos ODS deveria estar o funcionamento desse mundo.”

A resolução das crises social e ecológica (onde se inclui a crise climática) requer a sua integração num contexto mais alargado que inclua as dimensões económica, política e cultural. Só uma abordagem sistémica nos poderá permitir lidar com problemas sistémicos que estão intimamente ligados ao modelo sócio-económico global. O conceito de ‘desenvolvimento sustentável’ não rompe com o paradigma civilizacional dominante e como tal não creio que seja a saída que procuramos. É por isso que me revejo nas propostas do decrescimento que tenho vindo aqui a divulgar: https://respigadordanet.blogspot.com/search/label/Decrescimento
 

* Ver p.ex.:
https://politheor.net/fragmented-incoherent-chaotic-global-goals-need-better-orchestration/
 
 
Fonte:

ESCOLA+ Eficiente – Eficiência Energética da Escola à Comunidade

A Lisboa E-Nova lança o e-book gratuito 'Escola +Eficiente', resultado de um projeto envolvendo 21 escolas do 1° Ciclo de Lisboa, Amadora e Sintra.

ESCOLA+ Eficiente – Eficiência Energética da Escola à Comunidade
Conheça o Livro Digital do projeto que durante um ano letivo acompanhou 21 escolas do 1º Ciclo dos Municípios de Lisboa, Amadora e Sintra com o objetivo de sensibilizar para a eficiência energética, promover a alteração de comportamentos e alcançar reduções efetivas de consumos elétricos.

Com o apoio do PPEC – Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Elétrica da ERSE, este projeto abrangeu também as Juntas de Freguesia da área de abrangência das escolas participantes, num trabalho conjunto que visou a poupança em edifícios de serviços de pequena dimensão.

Nesta publicação poderá conhecer em detalhe as escolas participantes, as ferramentas tecnológicas utilizadas, as plataformas de comunicaçao, as poupanças alcançadas e os trabalhos desenvolvidos pelos alunos.

Visite a página do projeto.
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sexta-feira, 12 de julho de 2019

A arte da mudança


Pequeno artigo de opinião e(m) partilha, sobre a importância da arte e da expressão artística na transformação humana e social

Hoje estive ao telefone com as minhas amigas Teresa e Alexandra. É sempre bom falar com elas. Comungamos de um sem-fim de coisas e uma delas é de facto esta 'coisa' da arte e da expressão artística - e do seu (crucial?) papel na transformação humana e social.

Não vou agora aqui discorrer teorias, até porque não as tenho. Leio muito e tudo o que leio esqueço porque fica no corpo. Já o corpo, esse sim, é para mim uma grande teoria, em prática, em movimento, uma 'humanoteca' de sabedoria inscrita na pele, nos poros, nos órgãos, nos estre-espaços de ser - e que se ativa qual semente face às condições reunidas.

'O corpo é um portal para o mundo', disse eu um dia e o meu amigo Manuel aquiesceu sorrindo. O Manuel dança e eu teatro e somos muito sérios nesses volteios em torno da luz. Sabemos (sentimos, vivenciamos, comprovamos há décadas) que quando implicamos tudo (o corpo) acedemos aos portais, àqueles momentum de condições favoráveis dos quais pode emergir o novo, geralmente algo muito simples, que já lá estava inscrito na matriz, mas que nós não víamos ou não entendíamos porque estávamos 'soterrados' - de estímulos, informações, pensamentos, emoções. E então 'sabemos' que sim, algo se integrou em nós, ali, naquela vivência, naquela experiência. Houve um parto, gerou-se um novo entendimento. E o mundo transforma-se à nossa frente, pela medida da nossa própria transformação.

'Pelo corpo é que vamos', escrevi na atualização do poema. Sim, porque pelo sonho já não vamos. Enfrentamos o apocalipse, o fim do fim, o fim de nós, o colapso climático e a sexta extinção em massa da Terra. Bonito. "Estudar para quê, mãe, se isto vai tudo acabar?" - diz-me o meu filho e eu falo-lhe de que sempre pudémos escolher como viver, agora também como morrer: desistentes, autistas e mudos - ou conscientes, atuantes e felizes. Conscientes para fazer a nossa parte. Fazendo-o. E sendo felizes com isso.

Felizes, sim, com as nossas escolhas. Fortes junto à tribo. A travar a luta que importa. É preciso nutrir os guerreiros, os influenciadores, os transformadores, os líderes desta mudança.

Por isso, sim, num tempo em que todos somos chamados ao campo de batalha, digo eu que a arte e a expressão artística desempenham um papel crucial na transformação humana, individual e coletiva, social. Quando fecho os olhos e me deixo guiar pela filigrana voz e qualidade meditativa da minha amiga Isabel - e um golfinho irrompe das águas para me dizer "tens que voltar", eu 'sei' que papel é esse (o da arte, o meu): entregar tudo no processo. Ser água. Fluir. Seja o que for que estejamos a fazer, a chave é o 'como' fazemos. Com que intenção. Com que qualidade. Com que vibração. E se o amor muda tudo, a arte é a forma que o procura.

Estamos a ser chamados para mudar radicalmente a nossa forma de viver, de estar e habitar neste planeta que é de todos, que é uma ‘grande beleza’. E regressar à matriz; pelo corpo, pela arte, fazer a nossa parte, voltar a fazer parte.

Rita Fouto

segunda-feira, 1 de julho de 2019

9 a 13 de setembro - Oficina para Crianças e Jovens 'Dramático é Não Ter Expressão' com Rita Fouto e João Gomes


Esta décima (e última oficina) da 'Semear o Mundo - Oficinas para Crianças e Jovens em Férias - Verão 2019', é dirigida a crianças e jovens dos 6 aos 18 anos e irá decorrer de 9 a 16 de setembro, das 9h às 17h, no espaço teatral da MIAU, no lindo Bairro do Alvito, junto ao Parque Florestal de Monsanto, em Alcântara, Lisboa.
'Dramático é Não Ter Expressão' convida os participantes a encontrar a sua mais genuína, livre e profunda forma de expressão, ancorando na escuta ao coração o que é genuínio (porque vem de dentro); libertando-se do julgamento e da crítica negativa (para poder voar sem amarras); e comprometendo-se com a experimentação e o jogo para descobrir (coisas novas, a si mesmo).
 
Como faremos a viagem? Juntos. Em comunidade. Numa constante descoberta. Explorando, arriscando, inventando, conjugando, celebrando. Lá fora onde o mundo é um vento que nos leva. E cá dentro onde a sala é um ninho recatado. Utilizando o teatro como ética, estética e prática lúdico-pedagógica. Com o foco sempre presente nos temas do ambiente e da sustentabilidade, no ativismo que se ergue, a compasso da transição, no pequeno-grande da nossa escala de agir e saber.
 
Convidamos todos a participar. Vai ser uma viagem inesquecível!
 
Horário-Programa:
 
 
9/09  (2ªF)
10/09  (3ªF)
11/09  (4ªF)
12/09  (5ªF)
13/09  (6ªF)
9:00 - 9:30
Acolhimento
Acolhimento
Acolhimento
Acolhimento
Acolhimento
9:30 - 11:00
Passeio na Floresta
Passeio no Bairro
Passeio na Freguesia
Passeio na Cidade
Ficar em Casa: Criar
11:00 - 11:30
Lanche da Manhã
Lanche da Manhã
Lanche da Manhã
Lanche da Manhã
Lanche da Manhã
11:30 - 13:00
Conhecer
Meditar
Fazer um Altar
Identificar
Registar
Fazer um Diário
Apurar o olhar
Sentir o Gostar
Desenhar, Pintar, Colar
Ousar Arriscar
Ir pelo Intuir
Viagem Atribulada
Preparar
Melhorar
Ensaiar
13:00 - 14:30
Almoço e
Brincadeira Livre
Almoço e
Brincadeira Livre
Almoço e
Brincadeira Livre
Almoço e
Brincadeira Livre
Almoço e
Brincadeira Livre
14:30 - 16:00
Histórias Nossas e em Volta
Histórias, Cenas, Personagens
Histórias, Locais, Objetos e Plásticas
Histórias, Viagens, Viajantes, os nossos 'Gurus'
Ensaiar
Refletir
Avaliar
16:00 - 16:30
Lanche da Tarde
Lanche da Tarde
Lanche da Tarde
Lanche da Tarde
Lanche da Tarde
16:30 - 17:00
Saída
Saída
Saída
Saída
Ultimações da Apresentação Final
 
Formadores-Coordenadores: Rita Fouto e João Gomes
 
A Rita é atriz, encenadora, dramaturga, criadora, professora e formadora teatral. Membro fundador da MIAU, em 2000, criou, em 2010, a FAREDUCA.
A Rita gosta muito de contar histórias, de as pôr em cena, de desafiar o corpo, a voz e a imaginação e com eles esculpir significados e sentidos, com e para lá das palavras. A Rita já escreveu dezenas de textos teatrais; dirigiu e encenou espectáculos para o grande e pequeno público, em espaços íntimos e não convencionais e grandes salas de espectáculo; produziu projetos muito diferentes.
Leciona aulas de teatro desde 2003; em 2010, cria a ‘SEMEAR O MUNDO’; em 2015, inicia a coordenação de AEC em escolas públicas do 1º Ciclo, formalizando o projeto ‘TEATRO NA ESCOLA’ e editando o ‘Caderno de Expressão Dramática para o 1º Ciclo’; nesse mesmo ano, inicia também, na MIAU, o Clube de Teatro Júnior e Grupo de Teatro Sénior, que dirige; em 2016, torna-se formadora certificada do PEEA - Programa de Educação Estética e Artística do Ministério da Educação, para a área do teatro.
O João é Mestre em ‘Teatro’, especialização em ‘Teatro e Comunidade’, pela Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa (ESTC). Licenciou-se em ‘Artes Performativas’ pela Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa (ESTAL) e fez o ‘Curso de Atores’ do Espaço Evoé – O Corpo das Artes.
Encenou o projeto ‘Mar Encantado’, uma produção dos ‘Comediantes de Lisboa’, que se estreou no Coliseu dos Recreios, tendo ainda feito carreira no Cinema São Jorge. Estreia-se como Encenador em 1996, dirigindo a ‘Companhia Teatro a Carvão’. Entre 2004 e 2014 trabalhou no ‘Centro Cultural da Malaposta’, sendo o encenador residente para os projetos ‘Grupo Teatro Lusófono’ e ‘Grupo de Teatro Sénior da Malposta’. Nos últimos 20 anos encenou ainda peças para várias companhias tais como o GTMT, GATAM, Grupo Teatro ARCBT, Grupo Teatro da Mitra – Casa do Gaiato, entre outros.
É, atualmente, Diretor e Encenador da IMAGINE Produções Criativas.
 
Número mínimo de participantes: 10
Número máximo de participantes: 20


Inscrições: até 6 de setembro - mais informação aqui.
 

2 a 6 de Setembro - Oficina para Jovens 'Poesia em Cena - Palavra, Corpo e Som' com Nilson Muniz

 
Esta nona oficina da 'Semear o Mundo - Oficinas para Crianças e Jovens em Férias - Verão 2019', é dirigida a jovens dos 10 aos 18 anos, interessados em performance, poesia e teatro, e irá decorrer de 2 a 6 de setembro, das 9h às 17h, no espaço teatral da MIAU, no lindo Bairro do Alvito, junto ao Parque Florestal de Monsanto, em Alcântara, Lisboa.

A oficina irá explorar a multiplicidade da poesia como via inspiradora de expressão voltada para a cena. Utilizando a poesia como via inspiradora de expressão, visa-se despertar no participante o ‘poeta latente’ que reconstrói o seu universo imaginário através do corpo e da voz, conduzindo a palavra em cena e explorando as susceptibilidades da poesia e do som em movimento.

O eixo principal desta oficina será o desenvolvimento da narrativa poética em cena, a partir do suporte imagético da palavra. Levar o participante a desenvolver as suas características e potencialidades, enquanto ser criativo, despertando o seu vocabulário interno e consciencializando-o, a partir de técnicas vocais e corporais (respiração, articulação, projeção, ritmo, postura, gesto, presença), à transposição de sua criatividade para a cena, através da palavra dita.
 
Horário-Programa
 
2/09 (2ªF)
3/09 (3ªF)
4/09 (4ªF)
5/09 (5ªF)
6/09 (6ªF)
9:00 - 9:30
Acolhimento
Acolhimento
Acolhimento
Acolhimento
Acolhimento
9:30 - 11:00
Apresentação
Exercícios Corpo e Voz
Exercícios
Corpo e Voz
Exercícios
Corpo e Voz
Exercícios
Corpo e Voz
Exercícios
Corpo e Voz
11:00 - 11:30
Lanche da Manhã
Lanche da Manhã
Lanche da Manhã
Lanche da Manhã
Lanche da Manhã
11:30 - 13:00
Leituras de Poesia
A Palavra Lida.
Fazendo Poesia
A Palavra Escrita
Falando Poesia
A Palavra Dita
Brincando a Poesia
A Palavra Performada.
Ensaio
13:00 - 14:30
Almoço
Tempo Livre
Almoço
Tempo Livre
Almoço
Tempo Livre
Almoço
Tempo Livre
Almoço
Tempo Livre
14:30 - 16:00
Workshops de Criatividade
Workshops de Criatividade
Workshops de Criatividade
Elaboração de performance
Preparativos
16:00 - 16:30
Lanche da Tarde
Lanche da Tarde
Lanche da Tarde
Lanche da Tarde
Apresentação
16:30 - 17:00
Saída
Saída
Saída
Saída
Ultimações da Apresentação


Formador Coordenador: Nilson Muniz

Nilson Muniz é um artista brasileiro multidisciplinar e um pedagogo com larga experiência no trabalho com crianças e jovens.
 
Ator, cantor e ‘spoken word performer’, formou-se pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, posteriormente integrando o Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho, efetuando intercâmbio artístico com o 'Clipa Theater' em Israel. Entre suas performances, destacam-se "The Delight Word's Garden", "Coisa Pra Dizer", "MiraMirrors" e "CabraPedra".
 
Em 2014, lançou o seu primeiro EP de cantautor, UMHOMEMDORMINDO, além de ser proclamado Campeão Português de Poetry Slam, representando o país em diversos torneios internacionais.
 
Participou no 1º Colóquio Internacional ‘Voice on Stage’, sendo docente de 'Expressão Vocal' na Escola de Teatro Evoé, professor de canto e de oficina de artes em várias escolas em Lisboa, desde 2012. Também foi, em 2008, convidado da Haguf Theater (Lecoq System School from Israel) para ministrar aulas de expressão vocal ligada ao corpo, tendo atuado como Artista Orientador do Projeto Teatro Vocacional da Secretaria de Cultura do Município de São Paulo, de 2004 a 2007.

As suas performances e workshops têm estado presentes em diversos festivais de performance, literatura e teatro, em países como Geórgia, Finlândia, Estônia, Itália, Israel, Bulgária, Alemanha, França, Inglaterra, Suécia, Espanha, Portugal e Brasil.
 
Em 2018, integrou a equipa do projeto 'Teatro na Escola' da FAREDUCA e MIAU, sendo professor titular de Teatro e trabalhando com vários grupos-turma do 1º Ciclo, no ano letivo 2018-2019.
 
Número mínimo de participantes: 10
Número máximo de participantes: 20

Inscrições: até 30 de agosto - mais informação aqui.